Valeu enquanto durou!

Pois é! Estamos encerrando as atividades deste blog. Foram três anos e meio de informações e reflexões.

Mas não fique triste. Continuaremos em nossa missão. Agora, no entanto, em um site moderno e interativo.

Não deixe de acessá-lo:

www.revistaprofecia.com.br

Esperamos vocês por lá!

Fiquem na paz

Matheus Viana e toda a equipe da Revista Profecia

Profecia

Essencial para o seu dia

 

 

O desvendar de outro véu

 

 

Matheus Viana - profeciaonline@uol.com.br

 

Segundo informações do portal Folha Online do jornal Folha de S. Paulo, foi lançado no dia 15 de junho pelo Ministério da Educação e a UNESCO o gibi de história em quadrinhos (popularmente conhecido como HQ) SPE - Saúde e Prevenção nas Escolas - para estudantes das escolas públicas de todo o país.

 

A publicação aborda temas polêmicos e de acalorados debates como Aids, sexualidade na adolescência, aborto, doenças sexualmente transmissíveis (DST´s) e relacionamentos homossexuais.

 

Sua distribuição será acompanhada de um guia para utilização em sala de aula pelo professor e um CD-ROM complementar com jogos, perfil dos ilustradores, wallpapers e idéias de aplicação do material em sala de aula. De acordo com o ministro da saúde José Gomes Temporão, a publicação desvendará os muitos "véus" que estão "cobrindo a realidade" da juventude.

 

Vemos que o intento inglório desta publicação é, ao contrário da retórica de Temporão, impedir o desvendar do principal véu que encobre o contingente. O apóstolo Paulo descreve a seguinte realidade: “Porque o deus deste século cegou o entendimento das pessoas para que não lhes resplandeça a luz do evangelho”. (II Coríntios 4:4). Somos cientes de que o humanismo, que culmina no hedonismo, é o “deus deste século”. A filosofia do prazer a qualquer custo é o mote e, mais do que isso, o fator motriz que determina o comportamento da juventude atual.

 

Fomentar essa liberalidade é o que Temporão chama de “desvendar o véu”. Transformar o relacionamento homossexual como conduta normal do ser humano, disseminar a sexualidade livre e descompromissada na adolescência culminando no alastrar da Aids, das DST´s e do aborto. É nesta “expedição” que o MEC, a UNESCO e todos os outros responsáveis por esta publicação visa inserir o jovem. Ou seja, romper com o véu da moralidade a fim de que ele experimente o advento do caos moral, social, físico e emocional.

 

Em contra-partida, a Bíblia fala do desvendar de outro véu: “E todos nós com o rosto desvendado, contemplando como por espelho a Glória do Senhor, somos transformados de glória em glória conforme á sua imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. (II Coríntios 3:18). O verdadeiro bem-estar do ser humano, em todos os aspectos, só será provado quando ele retornar à sua essência. Ou seja, à normalidade que Deus estabeleceu ao homem ao criá-lo à Sua imagem e conforme Sua semelhança. (Gênesis 1:26-27). Padrão que foi outorgado ao ser humano a partir do momento em que recebe do fôlego de vida divino e o véu da existência é desvendado perante seus olhos. Fato que o fez contemplar o Criador e conhecer sua própria essência.

 

O Criador nos oferece a mesma proposta. No entanto, precisamos nos submeter ao seu senhorio. Atitude que consiste em nos desvencilharmos de todo o véu que cobre nossos olhos e nos impede de O contemplarmos em Sua plenitude e conhecermos, de fato, quem verdadeiramente somos.

 

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Profecia

Essencial para o seu dia

O negócio é confabular

 

 

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Na Copa de 2006, o fracasso do Brasil perante a França foi, para muitos, o efeito colateral de uma seleção pouco comprometida com o seu ideal. Chuvas de críticas desabaram em relação ao fato de que o ambiente da delegação pentacampeã era de festa. Mulheres e namoradas dos jogadores tinham total liberdade nos treinos e na concentração. A badalação em torno dos jogadores era exageradamente celebrada por torcedores e pela imprensa.

 

Renovação neles! Esse foi o clamor uníssono pós-copa dos brasileiros. Figurões como Roberto Carlos e Ronaldo, por exemplo, perderam espaço para novatos comprometidos com a filosofia Dunga. O capitão do tetra, auxiliado pelo lateral Jorginho, foi o escolhido pela CBF para ser o comandante de tal simbiose. Com seu método pragmático e de forte devoção tática fez a seleção conquistar todos os títulos que disputou até o momento.

 

Com uma escalação fortemente contestada, Dunga chegou à África do Sul com uma conduta bem diferente da de 2006. Treinos fechados, restrição à imprensa e entrevistas aparentemente ensaiadas. Apesar dos resultados positivos, também tem sido criticado. A delegação de 2006 era a do “Tudo pode”. A atual é chamada pela revista Veja, por exemplo, como ‘Força Expedicionária Brasileira’, onde é comparada com uma infantaria militar. Ou seja, ganhando ou perdendo, com liberdade ou restrição, o negócio é confabular.

 

Não concordo com a conduta de Dunga ao usar seu repertório de truculência para com jornalistas. No entanto, precisamos avaliar os disparates proferidos à sua pessoa. O apóstolo Tiago nos exorta no tocante ao uso desenfreado da língua: “Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo: um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida. (Tiago 3:5-6).

 

Se somos, de fato, “o país do futebol” e a seleção brasileira representa a “pátria de chuteiras”, temos que ponderar o direito de criticar e nossa consternação com determinadas condutas, a fim de que a jornada rumo ao hexa não seja prejudicada.

 

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Essencial para o seu dia

Direito à vida negado

 

 

Protagonista de um crime bárbaro que chocou o país, Suzane Von Richthofen, após cumprir um terço da pena, tem seu pedido de progressão do regime semiaberto negado pela Justiça de São Paulo

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Negado. Esta foi a decisão unânime da 5ª Câmara Criminal e que o Tribunal de Justiça de São Paulo emitiu no dia 17 de junho em relação ao pedido de progressão do regime semiaberto para Suzane Von Richthofen. Segundo informações do portal UOL de notícias, a defesa de Suzane já ingressou na Justiça com vários recursos para que sua cliente possa cumprir o restante da pena em regime semiaberto. Até agora, todos os pedidos foram negados.

 

A seu favor, Suzane possui bom comportamento carcerário. A defesa aponta que sua cliente frequenta cultos evangélicos e, desde 2007 trabalha na oficina de costura da cadeia, sendo considerada uma presa exemplar pelos servidores da penitenciária.

 

Condenada a 39 anos de reclusão em regime fechado pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2006, teve a pena reduzida para 38 anos. O crime aconteceu na noite de 31 de outubro de 2002. Contudo, volta à tona apesar de se passaram quase oito anos. Não apenas pelo desdodramento jurídico do caso. Mas pelo efeito colateral sofrido por Suzane e pelos irmãos Cravinhos.

 

Por mais que consiga benefícios jurídicos, Suzane terá que lidar com a lembrança de um passado sombrio. Exceto se evocar e se submeter à seguinte profecia: “Não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus”. (Romanos 8:1). Cumprimento que fará com que ela, mesmo estando sob a pena da justiça humana, possa desfrutar do perdão divino, conquistado através do sacrifício vicário de Jesus na cruz do calvário, capaz de apagar toda e qualquer transgressão, por pior que seja.

 

Contudo, precisamos tirar como lição a necessária prevenção e investirmos em uma profunda reforma comportamental. Se Suzane não tivesse se submetido à filosofia atualmente disseminada de “liberdade à qualquer custo” e de sentir o “sabor” do sexo ilícito e das drogas, com certeza não provaria do dissabor de terem seus pais mortos. Não estaria mendigando por uma clemência que a Justiça não concede e ser considerada uma facínora pela sociedade. “Fuja das paixões da mocidade..”, aconselha o apóstolo João, a fim de não ter o seu direto à vida negado.

 

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Essencial para o seu dia

“Los hermanos” e o soberano padrão familiar

 

Crianças e adolescentes argentinas reconhecem os benefícios de serem adotadas por casais heterossexuais e protestam contra a adoção por casais homossexuais

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

“Dizemos não à adoção homossexual”. Tal bradar não é oriundo de uma organização social moralista nem tampouco de uma manifestação religiosa ou fundamentalista. De acordo com a agência de notícias ACI Prensa, enquanto a legislação sobre o “casamento” homossexual está sendo debatido no senado argentino, um grupo de crianças adotadas está falando publicamente contra a adoção por casais homoafetivos.

 

Segundo informações do site Notícias Pró-Família, o grupo infanto-juvenil de Buenos Aires, em entrevista à Rádio argentina Cultura, disse que todas as crianças e adolescentes que aguardam adoção merecem, assim como eles, a oportunidade de crescerem no seio de uma família composta por um pai e uma mãe. “Queremos crescer numa família que consiste de uma mãe que é uma mulher e de um pai que é um homem. Esse é o jeito natural, mas não é assim com uma dupla homossexual. Estamos felizes com nossas mães e pais e queremos que todas as crianças tenham a oportunidade de tê-los”, afirmam.

 

A questão aqui não é de caráter moral. Mas do bem-estar da própria criança. No Brasil, temos visto a concessão de vários casos de adoção de crianças por casais homossexuais. Um acalorado debate que vem se avolumando nos cenários político, jurídico e social da nação. No entanto, o fator principal não tem sido levado em questão: o que, de fato, será melhor para a criança não somente em seu contexto presente, mas principalmente em seu futuro. Contudo, as crianças e adolescentes argentinas nos dão o exemplo.

 

Muito mais do que discurso filosófico ou religioso, a plena convergência da dualidade homem e mulher, pai e mãe, além de insubstituível é crucial para o desenvolvimento da criança, tanto no desfrutar de uma infância salutar como em sua formação adulta. Algo que, infelizmente, a classe educacional, pedagógica e política tenta, de todas as formas, rechaçar.

 

O exercício desta suprema dualidade não consiste apenas no fator reprodutivo da espécie, mas também na sublime formação de seu caráter em todos os seus aspectos. Pois a origem desta dualidade é o próprio Deus. A Bíblia afirma: “Criou Deus o homem à sua imagem, homem e mulher os criou”. (Gênesis 1:27).

No entanto, podemos afirmar que quando o ser humano rejeita o padrão familiar formado por um pai, uma mãe e filhos – naturais e adotivos –, está rejeitando o próprio Deus. Os efeitos colaterais desta rejeição, como por exemplo a violência, a corrupção e a imoralidade em todas as suas nuances, temos presenciado ao vivo e a cores.

 

O contingente disponível para adoção tem clamado por esta necessidade justa e coerente. Mais do que isso: tem clamado por um padrão familiar igualitário que propiciem às crianças e adolescentes nesta situação um futuro digno. Algo que Deus intentou quando criou o ser humano e estabeleceu sobre eles Seu padrão. Algo que ainda deseja quando nos adotou por meio de Seu Espírito, conforme elucida o apóstolo Paulo: “Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adota como filhos...”. (Romanos 8:16). Esta é a cidadania pela qual, a exemplo das crianças argentinas, devemos clamar.

 

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Essencial para o seu dia

A metamorfose lulista

 

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

“Vai ser a primeira eleição, desde que voltou as eleições diretas para presidente, que o meu nome não vai estar na cédula. Vai haver um vazio naquela cédula. E, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula. E aí as pessoas vão votar.”.

 

A afirmação acima foi feita por Lula na convenção do PT para o lançamento da “companheira” Dilma Rousseff como candidata à presidência da República no dia 13 de julho.

 

Como as edições anteriores de Profecia vêm informando, tal medida nada mais é do que a estratégia que visa a perpetuação do governo lulista. Uma espécie de totalitarismo pelas vias “democráticas”. Não se trata de especulação. E sim de uma simples interpretação das afirmações de Lula. Retórica de intento claramente evidente.

 

Dilma nada mais é do que a metamorfose lulista. Ou seja, Lula continuará governando, no entanto, “travestido” de “mãe do PAC”. Política baseada no mote popular: em time que está ganhando, não se mexe.

 

É verdade. O time governista está ganhando. O avanço no estabelecimento de seus objetivos é notório. Considerada uma nação de respeito no Conselho de Segurança da ONU, o governo brasileiro fez parte, juntamente com a Turquia, da minoria que votou contra as sanções à política nuclear iraniana. Afinal, todos têm direito à bomba e destruir a nação que deseja. Algo que Ahmadinejad apenas consolidará, pois Israel já vem, há anos, sendo bombardeado por milícias armadas, pela esmagadora maioria da mídia e por vários chefes de Estado. Neste contexto, ponto para o Brasil.

 

Conseguiram o importante feito de ser uma nação bastante considerada pela dinastia Castro. Algo notado na visita de Lula à cuba e a capciosa diplomacia para com os dissidentes Orlando Zapata Tamayo e Guilhermo Fariñas. Mais um ponto.

E o PAC? O que conta não são os resultados, e sim o projeto e as estimativas que, apesar de beirarem a utopia, têm que continuar. E nada como a progenitora para tal empreitada. Ponto a favor.

 

Em seu discurso, Dilma disse que Lula, em seus oito anos de governo, governou para os pobres. O que ela chama de governo foi a disponibilização do Bolsa Família à milhões de famílias. Assistencialismo que visa, além da manutenção, conformação com a pobreza. Dar o peixe é o modo petista de governar. Ensinar a pescar e desenvolver os fatores moral, social e econômico de um indivíduo é considerado equivoco da direita.

 

No entanto, além de Dilma ser a principal, não é a única candidata que utiliza o modo lulista como protótipo de governo. Serra já admitiu que continuará com o Bolsa Família e que Lula será um fator preponderante em sua gestão. Marina Silva foi uma das fundadoras do PT e, apesar de trocar de partido, ainda nutre algumas ideologias da antiga militância. Além de ser um personagem prestes a ser mitificado, Lula será alguém cuja sombra irá pairar sobre o próximo presidente da nação, independente de quem seja. Ou seja, o Brasil permanecerá no ciclo linear da metamorfose lulista.

 

“Até quando coxeareis entre dois pensamentos”. (I Reis 18:20). Este é o bradar que clama em um contexto que tenta, de todas as formas, sufocá-lo. Apesar do clamor, a resposta da população é a mesma dos hebreus na época: “O povo, porém, nada respondeu”. (I Reis 18:21).

 

Por isso, o atual governo se deleita no trono da nação exercendo um regime que não possui oposição. Apesar dos aparentes benefícios, tal opróbrio é evidente quando comparamos nossa realidade com a profetizada pelo salmista quando diz “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”. (Salmos 33:12). Uma análise a ser feita de maneira individual a fim de gerar esta metamorfose a qual ainda não experimentamos. Algo que demanda esforço (Evangelho segundo Mateus 11:12).

 

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Essencial para o seu dia

Macarronada à paraguaia

 

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

A Itália confirmou a má fase. Com o status de atual campeã, conseguiu um empate sofrível em 1x1 com o Paraguai. Um verdadeiro “banho Maria” que cozinhou a macarronada à paraguaia.

Realmente! A Azurra é a tetracampeã do “Paraguai”. Dona de um futebol que nem de longe é de um time brilhante e vencedor.

 

O maestro Andréa Pirlo desfalcou a equipe, é verdade. Mas com ele em campo, pelo futebol apresentado no jogo de hoje, a seleção italiana não faria tanta diferença assim. Seria o mesmo espaguete sem sal.

 

 

Mas um cardápio insosso servido na Copa das excentricidades. Tomara que o menu melhore a partir de amanhã.

 

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Essencial para o seu dia

Suculento, mas duro de engolir

 

O atacante Honda comemora seu gol na vitória do Japão de 1x0 sobre a seleção camaronesa

 

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

O novo fabricante do gol é Honda. Não, não se refere ao concorrente da alemã Volkswagen. E sim do atacante japonês que marcou o gol da vitória que a seleção japonesa conquistou sobre os camaroneses. Um magro 1x0, apesar do “suculento” cardápio. Sei que camarões não é algo apreciado pelos japoneses, mas na Copa do Mundo tudo que vier na frente tem que ser devorado.

 

No entanto, um jogo “duro de engolir”. Indigesto. Aliás, o nível técnico, pelo menos por enquanto, está sem tempero. Com exceção da goleada alemã com sabor de “Cacau” sobre os exóticos “Cangurus”.

 

O que queremos saborear, de fato, é a feijoada com ingredientes norte-coreanos. No entanto, vai ser preciso cozinhar bem o “peixe”. Tem fama de ser ágil como “labari ensaboado”. Por isso, contamos com o faro pra pesca de Dunga e sua equipe. Luiz Fabiano diz estar com fome de gols e quer, o quanto antes, acabar com o seu jejum. Tomara que a seleção brasileira esteja com fome de bola e, principalmente de vitória.

 

Não temos Honda, mas temos o talento de, a semelhança da empresa automobilística alemã, de fazer o almejado ‘Gol do Brasil’.

 

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Essencial para o seu dia

Cacau neles...

 

 

 

o atacante Cacau comemorando o quarto gol da Alemanha de sua autoria: supremacia tupiniquim

 

Brasileiro naturalizado alemão deixa sua marca na goleada sobre a Austrália

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Sob desconfiança de todo o mundo futebolístico, a seleção alemã, estigmatizada pelo seu futebol de força e extrema aplicação tática, atropelou os cangurus da Austrália. Com toques envolventes e jogadores de técnica apurada, os tri-campeões foram protagonistas do, até o momento, melhor jogo da Copa. Na corrida pela artilharia isolada de toda a história dos mundiais, o atacante Miroslav Klose acrescentou mais um em sua contagem.

 

No entanto, tal demonstração foi acrescida de uma pitada de sabor brasileiro. O atacante Cacau, brasileiro de Santo André naturalizado alemão, consolidou a boa performance da equipe. 4 a 0 incontestáveis.

 

Não é apenas a seleção alemã que conta com um jogador de origem tupiniquim em seu elenco. A seleção de Portugal, por exemplo, contra com três: o zagueiro Pepe, o meia Deco e o atacante Liedson.

 

O Brasil é, de fato, um celeiro de jogadores para todo o mundo. Que tal realidade, no entanto, se estenda por todos os outros níveis da sociedade. Que sejamos celeiros de uma cidadania digna, do retorno à moralidade tão necessária e ignorada e da restauração de tantos outros aspectos dilacerados pela insanidade humana. Uma goleada em prol da humanidade.

 

O Brasil ainda não estreou no mundial e os torcedores dos “Bafana-Bafana” já vislumbram a seleção de Dunga como a campeã. Mais do que expectativa. A esperança naqueles que são considerados seus heróis. Uma vitória que, assim como o cacau, trará o doce sabor da alegria a um país tão castigado pelo Apartheid.

 

Mais do que uma seleção pentacampeã de futebol, os sul-africanos vêem o Brasil como a nação da paz, da alegria e da justiça. Aspectos que fundamentam o Reino dos Céus (Romanos 14:17). Por isso, precisamos suprir esta expectativa que a África do Sul e muitas outras nações em todo o mundo depositam no Brasil, não apenas no futebol. Estamos longe disto, reconheço. Mas como preconiza o adágio popular: a esperança é a última que morre. Baseado nela, brademos: dá-lhe Brasil e cacau neles...

 

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Essencial para o seu dia

Viajando na maionese

 

 

Mulher leva maconha em pote de maionese para filha detenta e é presa em revista

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Um vidro de maionese aparentemente lacrado. Este foi o artifício usado por uma mãe para entregar um bloco de vinte gramas de maconha para a filha, uma detenta do presídio de Quatro Barras, município situado na região metropolitana de Curitiba.

 

O entorpecente foi encontrado pela Polícia Civil durante a revista aos visitantes. A mulher, cujo nome não foi divulgado, foi presa em flagrante. Segundo informações do investigador Ronaldo Pavoni ao portal Terra, "Eles tentam de toda forma entrar com alguma coisa ilícita, mas a revista é minuciosa".

 

Enredo da atual paternidade. Pais que não medem esforços para suprir a vã necessidade de seus filhos, fazendo com que permaneçam num verdadeiro cárcere.

Além da drogadição, filhos têm se enveredado pela jornada do sexo com plena permissão e, em muitos casos, colaboração dos pais.

 

Uma viagem sem volta para muitos. O drama de filhos viciados que alguns pais enfrentam é apenas um dos efeitos colaterais que esta “liberdade” proporciona. Seu combustível é a banalização da autoridade. O uso da vara como instrumento de disciplina – e não como violência contra a criança – é algo rechaçado pela pedagogia vigente. Carência que tem resultado numa geração de adolescentes e jovens rebeldes e sem o mínimo senso de pudor e de limites.

 

Os resquícios da revolução cultural e comportamental do fim dos anos 60 têm dado o tom da “cidadania” atual. Absurdos como filhos que processam pais por os disciplinarem é, infelizmente, algo rotineiro. E o que é pior: a classe educacional e pedagógica parece não se atentar para este problema. Os que se levantam para mudar este triste quadro são taxados de moralistas.

 

O sábio Salomão aconselha: “Ouça, meu filho, a instrução de seu pai e não despreze o ensino de sua mãe (...), se os maus tentarem seduzi-lo, não ceda!”. (Provérbios 1:10). Provérbio que deve ser observado pelos filhos. Contudo, outra questão considerável é o ensinamento que muitos pais têm passado à sua prole. “Ensina o caminho em que ela deve andar”. (Provérbios 22:6). Quando os princípios divinos deixarem de ser considerados meros fundamentalismos religiosos ou doutrinas de incautos, a chance de restauração virá novamente à tona. Enquanto isso não acontece, a sociedade permanece “viajando na maionese”.

 

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Essencial para o seu dia

Abuso “hipocrático”

 

 

O médico e ex-deputado estadual do Pará, Luiz Afonso Sefer, é condenado a 21 anos de prisão por abusar sexualmente de menina de nove anos.

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Condenado no dia 08 de junho a 21 anos de prisão e a pagar uma indenização por dano moral no valor de R$ 120 mil. Este é o veredicto dado ao médico e ex-deputado estadual do Pará, Luiz Afonso Proença Sefer. O motivo? Abusar sexualmente de uma garota de nove anos.  

 

De acordo com informações do portal R7 da Rede Record, a menina partiu de Mocajuba, interior do Pará, para ser entregue ao médico que buscava “a companhia de uma criança” no ano de 2005. Dois dias depois de obrigá-la a ingerir bebida alcoólica e agredi-la fisicamente, começaram os abusos sexuais que, segundo informações do Tribunal de Justiça do Pará, seguiram pelos quatro anos seguintes.

 

Sefer, que está foragido, negou as acusações. Alegou que a menina foi trazida à sua casa com o intuito de estudar e que a denúncia não passa de “uma atitude inconsequente da vítima e uma estratégia desta para não retornar ao município de Mocajuba”. O advogado do ex-deputado, Osvaldo Serrão, afirma que a decisão cabe recurso e que encaminhará um pedido de habeas corpus à juíza Maria das Graças Alfaia Fonseca, que decretou a pena.

 

Um mosaico de atrocidades. Criado por um médico que, segundo o juramento de Hipócrates, tem o dever de zelar pela vida do ser humano que está sob seus cuidados. Hipocrisia manifesta no fato de ser um parlamentar. Ou seja, aquele que, pelo menos deveria, zelar pelo cumprimento da justiça e do bem estar do cidadão.

Barbárie iniciada desde o momento em que a criança é entregue, como mera encomenda, ao destinatário. Somada à agressão física, vemos a ingerência de bebida alcoólica em tenra idade e, consequentemente, a consumação da pedofilia.  

 

Como vemos, Sefer não fere apenas artigos do Código Penal e do Estatuto da Criança e do Adolescente. Fere, com bastante contundência, a infância, a personalidade e as emoções de uma criança. Conduta execrável que demonstra a sordidez instalada no âmago do ser humano.

 

O salmista afirma: “Um abismo chama outro abismo”. (Salmos 42:7). Verdade explícita neste fato. O apóstolo Tiago vai um pouco além e descreve como que pequenas concessões ilícitas culminam em sérias atrocidades: “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte”. (Tiago 1:14-16 – Nova Versão Internacional).

 

Por mais que nos mobilizemos contra todo tipo de abuso ao ser humano, não lograremos êxito enquanto não atingirmos o ponto nevrálgico de nosso oponente: a corruptibilidade humana. E essa só é vencida quando tomarmos como suprema conduta a seguinte observação: “Fazei morrer a vossa natureza terrena...”. (Colossensses 3:5). Longe de possuir uma conotação física, a morte elucidada pelo apóstolo Paulo se refere a uma profunda reforma moral que culminará na comportamental. Morte de toda imoralidade atualmente disseminada por meio de uma filosofia hedonista e humanista e ressurreição aos princípios divinos rechaçados por uma sociedade pós-modernista. Nossas crianças certamente agradecerão num futuro mais próximo do que imaginamos.

 

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Essencial para o seu dia

Tudo posso no prazer que me fortalece

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

O fim trágico de um namoro juvenil. Um jovem de 17 anos confessou ter assassinado a ex-namorada de 14. Ambos ainda não tiveram os nomes divulgados. O crime ocorreu no município de Osório, interior do Rio Grande do Sul.

De acordo com o delegado Celso Santino Ferri, ambos estavam, momentos antes do crime, em um terreiro de umbanda. Chateado com os comentários feitos pela moça a seu respeito, saiu do local e ficou aguardando a garota do lado de fora. Assim que ela saiu, a abordou disparando cinco tiros. Em seu depoimento à Polícia, disse que estava embriagado e ficou irritado quando a garota o ridicularizou em público, algo que acontecia, segundo ele, com certa frequência. O jovem foi preso ontem, 08/06, e em seguida encaminhado para uma fundação para menores.

Longe de querer bancar o detetive – apesar de ser expectador assíduo da série Law & Order - esta atrocidade demonstra a intemperança moral e emocional do ser humano e o despreparo afetivo de adolescentes para entrarem em um relacionamento mais sério.

Sou ciente da banalização que o relacionamento afetivo, como também o próprio casamento, tem sofrido em nossa sociedade. Assim como o matrimônio deixou de ser uma aliança divina e inquebrável para se tornar uma aventura ou mero experimento moral, o relacionamento chamado de ‘namoro’, longe de ser o primeiro passo para um sólido casamento e sua consequente estruturação familiar, tem tomado o mesmo rumo. 

Além disso, um outro agravante deve ser levado em consideração: a tenra idade. As emoções de uma garota de 14 anos ainda não estão devidamente preparadas para tal empreitada. No entanto, a necessidade social – de ter um namorado e ser aceita em seu círculo de amizade – e sexual – de não sofrer o “opróbrio” de ser chamada de virgem – disseminada pela mídia tem conduzido um número considerável de adolescentes ao ônus afetivo.

Em 2008, vimos o triste desfecho do fim do relacionamento entre a garota Eloá, de 15 anos, e o jovem Lindemberg, de 22 em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Não sabemos ao certo se o tiro fatal partiu da desastrada abordagem do Grupo de Operações Especiais da Polícia Militar – a GOE - ou da vileza desesperada do sequestrador. O que importa, de fato, é o destino de mais uma vítima desta sórdida miscelânea que tem como objetivo propiciar, a qualquer custo, os prazeres infanto-juvenis.

Como efeito colateral da exacerbação e relativização do sexo, temos a AIDS entre outras doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, além do exorbitante número de gravidez precoce e abortos. É a verdadeira política do matar ou morrer. A adolescente que envereda por tais caminhos ou morre, como as duas adolescentes aqui citadas, ou mata, quando se submete ao aborto a fim de extirpar o produto indesejado de um relacionamento precoce e ilícito.

O propósito dos criadores e fomentadores do movimento contra-cultura, que se deu no fim dos anos 60 de sexo e uso de drogas livres, é o de denegrir, moral e intelectualmente, as futuras gerações com o fim de estabelecer, sem qualquer oposição, um padrão político e comportamental. E a filosofia do “posso tudo no prazer que me fortalece” faz parte deste mosaico revolucionário. Que, além de ter logrado êxito em seu objetivo, tem ido além ceifando a juventude de muitos. Em alguns casos, literalmente.

Moralismo? De forma alguma. É sim militância em defesa da vida humana. O apóstolo Paulo aconselha os jovens: “Fuja das paixões da mocidade e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam ao Senhor”. (II Timóteo 2:22). É o ônus do prazer a carpe diem ou os benefícios da moralidade e da diligência em relação à observação das Sagradas Escrituras. Você decide.

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Essencial para o seu dia

Ponto a favor

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Ponto a favor, preciso reconhecer. De quem? Da Rede Globo. Neste caso, a Globo News. O programa Milênio, exibido às segundas-feiras, entrevistou o filho de um dos fundadores do Hamas. Uma explanação que coloca em xeque muitos teoremas, conceitos e adágios disseminados pela mídia. Simplesmente imperdível. Veja a reportagem na íntegra clicando aqui.

 

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Essencial para o seu dia

Flotilha da paz disfarçada ganha defesa enérgica da Turquia

Julio Severo

Interior da Mavi Marmara, embracação turca invadida pela marinha israelense: flotilha da paz?

 

O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido, inclusive foguetes.

 

Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de foguetes e outras armas?

A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.

 

Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.

 

Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.

 

No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.

 

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.

A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.

 

A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão. Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.

Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?

 

 

Versão em inglês deste artigo: Flotilla of the disguised peace receives forceful defense of Turkey 

 

Fonte: www.juliosevero.com

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