NA BASE DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

 

Escolas ligadas a denominações cristãs tiveram papel decisivo na consolidação do ensino no país.

 

 

O Instituto Presbiteriano Mackenzie, de São Paulo: tradição centenária

 

Treici Schwengber (Colaboração: Valter Gonçalves Jr)Cristianismo hoje

 

Independentemente da polêmica em torno do ensino do criacionismo não só em aulas de religião, mas também nas de Ciências ou de Biologia, há o consenso de que as escolas confessionais desempenham um papel fundamental na educação brasileira. E isso não começou agora, mas em 1870, no bairro da Luz, em São Paulo, com a criação da primeira instituição de ensino protestante, a Escola América, por missionários presbiterianos. A instituição apresentava classes mistas com meninos e meninas e uma nova pedagogia, recebendo elogios do imperador D. Pedro II, que a visitou em 1876. A Escola América deu origem ao Sistema Educacional Mackenzie. Para o historiador José Carlos Barbosa, os protestantes foram os principais responsáveis pela inclusão da educação na agenda do país. “E não podia ser diferente, já que para ser protestante era necessário ter um mínimo de escolaridade a fim de ler a Bíblia”, observa. Barbosa lembra que, no Rio de Janeiro de 1837, os crentes metodistas criaram a primeira escola dominical do país, precursora de muitas outras experiências educacionais da denominação.

Além das classes mistas, as escolas confessionais foram responsáveis por trazer outras mudanças, como destaca o historiador: “A primeira delas é referente à educação da mulher, que não tinha espaço na sociedade brasileira. A criação de um colégio para educar mulheres foi uma coisa ‘escandalosa’ e ajudou a própria sociedade brasileira a refletir sobre a questão”, explica, referindo-se à fundação do Colégio Piracicabano, no interior paulista, em 1881. Outra mudança implementada pelos educadores confessionais, segundo Barbosa, foi a introdução do Jardim de Infância. “Parece uma coisa simples, mas as implicações foram muitas, já que a iniciativa mostrava uma maneira diferente de tratar as crianças.”


Além das inovações específicas, as escolas protestantes foram inclusivas, pois além das mulheres, elas passaram a ensinar aos pobres. “Além das escolas destinadas à educação dos filhos da elite brasileira, as denominações protestantes também organizaram milhares de escolas paroquiais para atender crianças oriundas de famílias carentes”, lembra. Para o teólogo batista Israel Belo de Azevedo, doutor em filosofia e reitor do Seminário Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, os colégios confessionais exerceram um importante papel na construção da cidadania de parte importante da população brasileira. “Além disso, essas escolas eram um contraponto ao único ensino privado existente, de orientação católico-romana”, lembra Israel, que também é pastor batista. Ele ressalta ainda o papel crucial das escolas confessionais evangélicas na popularização da prática de esportes no Brasil.


Com a proclamação da República, em 1889, e a consagração do Estado laico, aumentou o número de escolas confessionais no país. Hoje, segundo a Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE), elas somam em torno de 900 unidades, oferecendo do maternal até o ensino superior. Para o reitor da Unasp, Euler Pereira Bahia, além de sua importância educacional, os colégios confessionais se destacam por sua abordagem: “A virtude de uma escola confessional reside em sua visão abrangente do ser humano. É por isso que ela trabalha, além da dimensão intelectual, física e social do indivíduo, o desenvolvimento dos aspectos moral e espiritual. Isso se justifica porque é difícil desenvolver uma consciência de moralidade à parte da espiritualidade”, opina.

Muitas personalidades brasileiras passaram pelos bancos de instituições confessionais. Autor de Casa-Grande & Senzala, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre, por exemplo, foi educado em um colégio batista. Da mesma forma, Ariano Suassuna, autor de O Auto da Compadecida, deu seus primeiros passos estudantis no Colégio Americano Batista. Artur da Távola, escritor, intelectual e político falecido em 2008, cursou o Colégio Batista Sheppard, no Rio de Janeiro. O ex-governador gaúcho e fluminense Leonel Brizola também estudou, na infância, em uma escola metodista.

DE ONDE VIEMOS, QUEM REALMENTE SOMOS

 

Um dos maiores desafios do ser humano é adquirir a plenitude do auto-conhecimento. Algumas seitas ou grupos exotéricos como a Seicho-no-ie e a Gnose, por exemplo, tentam, sem sucesso, obtê-lo. No entanto, inerte em um imenso e intenso emaranhado de filosofias e conceitos, a humanidade permanece mergulhada em um imensurável oceano de dúvidas e incertezas. Todas elas, provenientes da latente carência deste fundamental atributo.

 

A notícia publicada por PROFECIA no post abaixo sobre o livro publicado na Austrália de autoria da escritora Narelle Wickman reflete, ainda que de maneira bastante parcial, esta obscura realidade que acomete a sociedade pós-moderna em todas as suas esferas. O livro em voga tenta desvendar este valioso mistério. Sob a égide do homossexualismo em suas diversas nuances como também as variantes alternativas de concepção á vida, visa fornecer aparatos de condução a este horizonte intangível e aparentemente inalcançável á crianças de, acredite, tenros dois anos de idade. Ou seja, pavimentar o caminho que as conduzirão, sem dúvida nenhuma, ao marco zero de uma crise existencial que norteará suas condutas futuras. No entanto, assim como as crianças que a Sra (Srta. ou, sei lá o quê) Wickman visa atingir, precisamos deste norte, de modo a trilhamos a lúgubre, árdua e inóspita jornada do auto-conhecimento.

 

Jesus disse certa vez “Deixai vir a mim as crianças, pois delas são o Reino dos céus”. Em primeiro lugar, devemos assumir, apesar do orgulho que acomete o coração humano em virtude da vasta experiência que adquirimos em todo o ciclo de nossa vida até o presente momento, a verdade de que não passamos de crianças. Pois, nos assemelhamos a elas quando o assunto é a certeza absoluta e o conhecimento pleno de quem realmente somos. Por isso, o convite do Mestre traça este desejado caminho. Tal evocar reduz quaisquer filosofias á futilidade do “mito da caverna”. Pois, são á elas que Jesus indiretamente se dirige em sua exortação.

 

A sabedoria que adquirimos com o passar dos anos, como também a racionalização que o humanismo impregnou em nosso intelecto, criaram uma barreira que beira o intransponível entre a nossa deplorável ignorância, muitas vezes camuflada por uma intelectualidade inócua, e a plenitude deste conhecimento. Por isso, precisamos deixar que este convite de Jesus permeie as esferas mais profundas de nosso ser, de modo a atingir o âmago de nosso intelecto para que sejamos livres a fim de alcançarmos o alvo que nos está proposto. Ou seja, desfazer todos os conceitos que impede a criança existente em cada um de nós trilhar o linear caminho até Aquele que pode nos revelar tal verdade.

 

Jesus não apenas é portador da resposta que procuramos. Ele é a própria resposta. A Bíblia nos diz que Ele é o filho unigênito de Deus que se tornou, por meio de sua obra redentora na cruz, filho primogênito. Fato que estabelece a verdade de que nós, pelo Espírito de adoção, fomos feitos filhos (Romanos 8:17, Evangelho segundo João 1:12). Por isso, se quisermos, de fato, saber quem somos e consequentemente de onde viemos, temos que conhecer a Jesus.

 

Para sabermos quem somos precisamos conhecer nossa origem. Um fator que impede tal ciência e que atormenta o intelecto humano de maneira imperceptível é o conjunto de teorias que são criadas para definir a nossa origem. Entre elas, a teoria da evolução é a que mais causa controvérsia. Aclamada como suprema e absoluta verdade por cientistas, filósofos e ateus, esta não oferece ao homem a plenitude das respostas que seu intelecto anseia. Pois, oferece apenas a resposta simplória de que somos seres evoluídos. Ou seja, de que somos frutos da evolução e do desenvolvimento da espécie cuja mutação se deu em virtude de um ciclo ocorrido com o passar de bilhões de anos. No entanto, não define a nossa origem. Segundo a teoria da evolução, a grosso modo, somos seres evoluídos de uma espécie primata...

 

Talvez tão fato explique o porque da conduta animalesca que acomete o homem. Seres evoluídos que matam e cometem toda sorte de atrocidades e barbáries contra sua própria espécie. Não por instinto de sobrevivência ou pela inércia á natureza da cadeia alimentar. Mas, simplesmente para saciar a sede de sangue causada por um caráter facínora, oriundo de um coração enganoso e desesperadamente corrupto (Jeremias 17:9). Neandertais em processo de evolução? Esta é a identidade que a ciência quer nos auferir. Por isso, agimos como agimos. Este é o legado da conduta que a sociedade leva em seu âmago. Somos violentos, corruptos, gananciosos e completamente voluptuosos em virtude de nossos ancestrais animalescamente primatas. Será esta a nossa herança?

 

Certamente não é. Fomos formados do pó da terra á imagem e á semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Esta é a nossa origem. O pecado primário do homem logo na gênese da criação dilacerou a nossa essência, é verdade. Contudo, não perdemos a nossa origem. Nossa natureza precisa ser restaurada, com certeza. Mas, este processo só se dará quando tivermos plena convicção de onde viemos. Somos escolhidos e criados por Deus desde o ventre materno (Salmos 119:1-17, Jeremias 1:5). Frutos da excelência do plano e da transcendental obra divina. Fomos gerados pelo fôlego de vida do Criador (Gênesis 2:7), o que imprimiu em nós a essência de sua própria natureza. Esta, foi tirada de nós com o advento do pecado. Contudo, Jesus veio para que este mesmo fôlego fosse soprado sobre nós novamente, a fim de que fosse restaurada. Apesar do todos estes acontecimentos, nossa origem não mudou. E, só seremos conhecedores de quem realmente somos, quando tivermos plena convicção de nossa origem. Somos a verbalização da Palavra (Gênesis 1:26), frutos da ação divina (Gênesis 1:27) e resultado da concepção do Espírito de Deus (Gênesis 2:7). Fatos que estabeleceram ao ser humano o atributo de ser “alma vivente”...

 

Esta é a certeza que norteará o caminho rumo ao auto-conhecimento e pavimentará nossa conduta em todo o nosso ciclo vital. Os desvios comportamentais desenvolvidos pela humanidade se dão em virtude de tal ignorância. Homossexuais e afins, entre outros devotos de toda sorte de imoralidades que acometem a raça humana de maneira geral agem de tal maneira por serem manipulados pela insalubridade de suas emoções dilaceradas por tamanha incerteza. Ignorantes e, por conseguinte, inseguros de quem são, tentam condutas que diferem e muito da natureza outorgada por Deus ao ser humano. Somos nada mais, nada menos do que fruto de nossa origem. Viemos do pó da terra, no entanto, recebemos a essência do Criador, o fôlego de vida do próprio Deus. Ou seja, fomos criados a partir do humus (terra) que define a nossa condição humana, mas que recebeu a plenitude da natureza divina ao recebermos de Seu Espírito. Por isso, devemos nos desvencilhar de todo emaranhado que nos impede de chegarmos ao fim do horizonte que fará com que possamos conhecer a plenitude do Criador, ao qual fomos formados á Sua Imagem e semelhança. A fim de que nossa natureza inicial, a atribuída por Deus ao homem na gênese de todas as coisas, seja restaurada. Para isso, precisamos saber com absoluta certeza de onde viemos e quem Realmente somos. Consideremos o nosso passado, nos submetamos aos preceitos divinos em nosso presente visando o pleno êxito e a suprema excelência de nosso futuro...

 

Matheus Viana

DE ONDE REALMENTE EU VIM?

 

Livro que fala sobre relacionamento e paternidade homossexual, como também fertilização in vitro é publicado na Austrália.

 

Where did I really come from ("De onde realmente eu Vim"). Este é o título do polêmico livro publicado na Austrália e de autoria da escritora Narelle Wickhan. A publicação tem como alvo crianças a partir de dois anos. Seu conteúdo? Relacionamento afetivo e paternidade entre homossexuais além de fertilizações in vitro. (Veja reportagem completa clicando aqui).

 

Na semana passada, a imprensa brasileira noticiou com alaridos tendenciosos e também com uma repercussão que ultrapassa e muito o limite do absurdo o caso em que uma mãe homossexual gerou um casal de gêmeos, um menino e uma menina, com a doação do óvulo de sua parceira. O doador do sêmen, no entanto, não foi divulgado. Pois, o propósito foi disseminar a “normalidade” da maternidade homossexual e mostrar, com todas as letras, o fato de que o homossexualismo está dentro do padrão normal de família exigido de certa forma (na verdade, por alguns poucos remanescentes da moralidade) pela sociedade. Ou seja, que homossexuais também podem gerar filhos e, com isso, constituírem uma família. Onde utilizam a mídia e muitas vezes o próprio Governo como poderosos instrumentos de difusão e influência da massa.

 

 

A escritora Narelle Wickhan posando para foto ao lado de exemplares de seu livro.

 

Uma revolução familiar está eclodindo. Um novo padrão de família está prestes a ser estabelecido. A exemplo do livro publicado na Austrália, muitas alternativas têm sido tomadas pelo “revolucionários” em prol de uma realidade peçonhenta. No entanto, vivida sob a égide da manipulação midiática de que tais fatos devem ser engendrados no padrão social da humanidade. Contudo, apesar de tal tentativa, é notório o fato de que nunca, em hipótese alguma, a conduta homossexual em todas as suas nuances permeará o nível de uma moralidade salutar. Não é de hoje que o contingente homossexual (tanto praticantes como também os simpatizantes) milita pela criminalização da chamada homofobia. A grosso modo, cadeia para todos aqueles que se posicionarem contra a insanidade imoral e desmedida que pavimenta a conduta da classe. Todavia, não querem apenas liberdade para exercê-la. Mas também querem direitos. Os mesmos de um indivíduo heterossexual. Como se sua prática não fosse, de forma alguma, um desvio comportamental. Uma patologia social...

 

O pior de tudo isso é que, em meio ao lúgubre emaranhado que se desenvolve no âmago deste conflito entre a moralidade sã e a insanidade libertina, as mais atingidas são as crianças. Filhos marcados pela suma ausência de uma parte fucral da paternidade necessária na formação e no desenvolvimento de seu caráter e cidadania. Os gêmeos nascidos de uma mãe homossexual, por exemplo, serão privados da presença e do afeto de um pai. Atributos que um casal formado por duas mulheres, por mais que queira e por maior que seja o amor que nutra pelas crianças, não conseguirá suprir. Assim como um casal formado por homens não atenderá a demanda emocional de uma criança que só uma mãe pode atender.

 

O ponto nevrálgico a ser analisado é o iminente futuro das crianças envolvidas nesta espécie de colapso moral. Imagine como será o intelecto de uma criança que desde a tenra idade já é submetida a conceitos que chocam frontalmente com o padrão da moralidade familiar. De onde realmente eu vim? Título que não visa, de maneira nenhuma, responder esta questão a um contingente indefeso e em embrionário processo de auto-conhecimento. Mas sim, estabelecer esta imensurável interrogação  na imatura mentalidade das crianças. Fazendo com que cresçam debaixo do jugo da insegurança e da incerteza de quem realmente são.

 

A Bíblia nos deixa claro que fomos formados de maneira “assustadoramente maravilhosa” (Salmos 139:13-16) no ventre materno e, desde já, tivemos todos os dias de nossa vida estabelecidos. No entanto, o humanismo e o relativismo que pavimentam o caminho que conduz o ser humano a uma distância abismal de Deus e de Seus princípios têm feito com que a vida de muitos indivíduos tome um outro rumo totalmente diferente do divinamente traçado desde a eternidade. Uma vida abundante (Evangelho segundo João 10:10) que consiste na realidade fundamentada em um intelecto que evoca “pensamentos de paz, e não de mal, para que tenhais o fim que desejais”. (Jeremias 29:11). Esta é a profecia que Deus deseja estabelecer sobre nós. Portanto, precisamos saber de onde viemos. Somos nascidos de Deus conforme o afirma o Salmo 139...

 

 

Matheus Viana

UMA MISS CELESTIAL

 

Alessandro Reis

 

A participante do concurso de Miss EUA, Carrie Prejean; biblicamente correta.

 

"A questão ali não era ser politicamente correta. Preferi ser biblicamente correta." Carrie Prejean, a segunda colocada no concurso Miss Estados Unidos, sobre sua declaração de princípios contra o casamento de homossexuais.


Não sei se Prejean é cristã. Aliás, não sou muito a favor de cristãos que participam de concursos de beleza, embora, creio que devemos fazer parte de todas as esferas possíveis da sociedade. No entanto, ela arrebentou! Não ganhou a coroa de Miss USA, mas a julgar por seu sincero depoimento ao defender sua crença no que a bíblia aponta como correto, subiu um degrau acima do título que disputava.


Uma atitude que inspirou e mostrou que temos que estar prontos para uma forte perseguição ideológica - que em breve será acirrada, creio - da parte dos que defendem o homossexualismo. Muitos cristãos vão colocar em risco suas "coroas", à saber, empregos, posições, etc... Mas ao agir como Carrie Prejean, defendendo sua fé bíblica, conquistarão a "coroa da vida".


Carrie Prejean agiu como uma "miss celestial". Palmas pra ela!

 

 

 

Alessandro Reis, é cristão e casado com Michelle Reis. Trabalha com Fotojornalismo e é editor do blog Café com Ale.

 

REPÚDIO A AHMADINEJAD E O SINCRETISMO SOCIO-RELIGIOSO

 

Judeus ortodoxos, evangélicos, bahá’is e homossexuais se unem em protestos em São Paulo e Rio de Janeiro contra a visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad no Brasil. Visita foi cancelada pelo chefe de Estado.

 

É isso mesmo. A repudiável visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil foi cancelada. O motivo não foi divulgado em sua totalidade. Apenas uma nota foi publicada pela assessoria de imprensa da presidência que informa que a efervescência eleitoral pela qual o país atravessa no momento impossibilita a ausência do presidente no país. Já que Ahmadinejad disputará a reeleição ao cargo.

Neste fim de semana, antes do anúncio do cancelamento da visita do presidente iraniano ao Brasil que ocorreu nesta segunda-feira, 03/05, judeus ortodoxos, evangélicos, membros da seita ‘bahá’i e homossexuais fizeram protestos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Podemos, no entanto, dizer que o cancelamento desta visita diplomática foi uma vitória de tal militância? Por mais que os militantes respondam positivamente e com demasiado fervor este questionamento, sua análise é bem mais profunda. Pois, precisamos ver o real motivo deste protesto. Se foi um repúdio á tirania desumana peculiar do mundo oriental e exercida de maneira assídua pelo presidente iraniano, ou um subterfúgio para que o sincretismo sócio-religioso ganhe força em nosso atual contexto rumo á sua iminente consolidação.

 

Notoriamente influenciado pela mídia, tendenciosa “até o absurdo” (como diria Dostoiévski), o povo evangélico se une em comum acordo com judeus ortodoxos, com homossexuais e com bahá’is. Certamente o leitor indagará; o que isso tem de errado? Analisemos tal fato de maneira pormenorizada e a gravidade do equívoco virá a tona por si só.

 

A religião Bahá'i foi fundada por Mirzá Husayn Ali (1817-1892) na antiga Pérsia, atual Irã, em 1844. Nascido em Teerã, capital do império, ele proclamou-se Bahá!u!lláh (Glória de Deus) e deu início a uma nova fé que defende a união de todas as religiões e a crença de que somos todos partes de uma mesma unidade universal.
Os fiéis acreditam que os fundadores das grandes religiões monoteístas foram igualmente mensageiros de Deus, fazendo parte de um plano maior divino de educação dos seres humanos. Eles combatem qualquer tipo de preconceito, seja por raça, religião ou classe social, como também a igualdade de direitos entre homens e mulheres. O principal templo Bahá'i fica em Acre, próximo a Haifa, onde Bahá!u!lláh ficou preso durante seus últimos anos de vida. No santuário encontra-se o corpo de Bab, o profeta, visto pelos seguidores da fé Bahá'i como o !mensageiro de Deus!. No século XIX, ele previu o nascimento da religião. Como símbolo, uma estrela de nove pontas, referentes às nove principais religiões monoteístas. (Fonte: Portal de fé Bahá’i no Brasil).

 

Os judeus, por sua vez, apesar de serem o povo escolhido do Deus Yahweh, descendentes dos patriarcas bíblicos Abraão, Isaque e Jacó, rechaçaram a Jesus como o Messias profetizado pela Lei e pelos profetas durante toda a dispensação da antiga aliança. Sem querer me portar como um adepto da teologia da substituição, sabemos com base nas Sagradas Escrituras que um judeu apesar de suas raízes não terá participação no vindouro reino divino caso não aceite Jesus como o Messias que havia de vir. Pois, conforme afirmou o apóstolo João em seu evangelho, Jesus, o Cristo é o único caminho que os conduzirão de volta á Deus. (Evangelho segundo João 14:6). No entanto, permanecem cegados pelas trevas do engodo da liturgia e da tradição religiosa.

 

Os homossexuais... Bem. Apesar de serem alvos do amor incondicional de Deus, exercem uma conduta imoral e completamente frontal ás Sagradas Escrituras. E é com esse contingente que os evangélicos se unem para impedir a visita de um ditador político que, entre todas as suas barbáries, ameaça extinguir o Estado de Israel.

 

Em detrimento de um propósito aparentemente bíblico e louvável, o povo de Deus de maneira sorrateira tem contribuído para a consolidação de um plano maligno que culminará no advento de uma nova ordem mundial. A união entre as religiões. O sincretismo que pavimentará o caminho para o surgimento do AntiCristo “mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo." (1 João 4:3). Devemos, como povo de Deus, sermos cientes do cumprimento pleno das profecias bíblicas. O reino da Pérsia se levantará contra o reino de Israel (Veja em Daniel 11:1-4). Todavia, não serão militâncias ou protestos isolados que impedirá a linear ocorrência deste fato. Nosso dever é “orar pela paz de Jerusalém” que consiste no fato de que tanto judeus, quanto bahá’is e homossexuais encontrem a paz verdadeira. Para isso, precisamos na medida do possível, sermos canais para o estabelecimento desta paz que o mundo não é capaz de oferecer (Evangelho segundo João 14:27) e que excede todo entendimento...

 

Matheus Viana

 

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