FUNDAMENTOS, ALICERCES E A IMINENTE CHUVA

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com
Motivo de preces em algumas culturas, de rituais em outras, chegando até o comum limiar do clamor uníssono em tempos de estiagem. A ocorrência de um fenômeno meteorológico chamado chuva possui este poder arrebatador.
O desejo por ela varia de momentos de volúpia até o de extrema necessidade de sobrevivência. Eu, particularmente, tenho um fascínio excessivo de ficar no parapeito da sacada do apartamento onde moro a fim de contemplar a queda brusca das imensuráveis gotas que vem do céu. Uma sinfonia perfeita que produz em mim uma embriaguez inexplicável. Quem nunca brincou na chuva? Caso o leitor nunca o fez, posso te afirmar com toda propriedade: Você não sabe o que está perdendo! Todavia, numa outra vertente, consulte qualquer proprietário rural que depende das chuvas para obter uma colheita de excelência. Verás que, apesar de seu latente desejo, seu foco não é meramente o prazer, mas os recursos dela provenientes.
No entanto, infelizmente, não é assim para muitos. Ao longo dos anos temos visto o triste e desolador quadro de destruição por ela causada. Lembram do horror que acometeu parte do Estado de Santa Catarina no ano passado? Pois é. Isso, sem falar nas casas que deslizam morro abaixo nos subúrbios das grandes capitais brasileiras. Famílias que perdem seus bens e, em alguns casos, entes queridos e até a própria vida.
Nestes dias de chuvas intensas, refleti sobre como algo pode provocar momentos de prazer para alguns e de destruição e ruínas para outros. Um dos principais motivos que pavimentam tal discrepância é o alicerce.
O apartamento onde moro (gentilmente cedido pelo meu sogro), embora seja simples (pra mim é um deslumbre) é bem alicerçado. Ou seja, resiste ás chuvas por mais turbulentas que sejam. Contudo, está não é a realidade de todos. Vemos moradias alicerçadas sobre condições precárias e que, por isso, propiciam os desastres com as ocorrências das chuvas.
O que isto significa? A Bíblia, no livro de Oséias, fala que Deus se manifestará a nós como chuva (Oséias 6:3-4). No entanto, tracemos aqui um paralelo entre o nosso cotidiano e a iminência do advento bíblico. É certo, a chuva da manifestação da Presença de Deus virá. No entanto, se este desejado fato trará momentos de prazer ou de ruínas, depende do fundamento em que estivermos alicerçados...
Há muitas pessoas que dispõem de casas fundamentadas em um alicerce sólido e resistente. No entanto, seus fundamentos interiores encontram-se voláteis e seriamente comprometidos. A recíproca também é verdadeira. Muitos que enfrentam o dissabor da catástrofe conseguem superar o caos em virtude de seus interiores estarem fundamentos sobre a Pedra Angular (Efésios 2:20-21).
Em que tipo de fundamentos estamos alicerçados? A sociedade pós-moderna é perita em oferecer fundamentos suntuosos, tentadores e aparentemente interessantes e vantajosos, mas totalmente voláteis. Seus valores e conceitos estão fadados ao fracasso e á ruína. Prova disso, é a atual falência moral evidente em toda a humanidade.
Na contramão, é oferecido a nós o inabalável fundamento a qual um povo está sendo alicerçado para receber esta chuva. Um povo que provará, quando ela chegar, dos inefáveis momentos de gozo. Em contra-partida, os que persistirem nos abaláveis e abalados preceitos deste sistema corrompido provarão das catástrofes de seu juízo. Pois, a “Babilônia”, o atual sistema mundano, ruirá. E, com ele, todos os que estiverem nele alicerçados... Por isso, a Bíblia declara: “Sai dela, povo meu...”. (Apocalipse 18:2-4). A chuva virá. Portanto, que possamos alicerçar nossas vidas no único fundamento que nos propiciará inesquecíveis momentos de prazer e a qual dependerá a nossa sobrevivência. Na Pedra Angular que era e ainda é rejeitada pelos homens...
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A CRISE E A CRISE DAS TELEVISÕES

Jorge da Cunha Lima – Observatório da Imprensa
A televisão vive uma crise de destino, porque não se sabe quem vai ficar com o trono, se ela ou o filho bastardo, que é a internet. Vive uma crise de conteúdo, tanto as públicas quanto as privadas.
A TV comercial optou pelo rebaixamento de qualidade causado pela concorrência que disputa a audiência total e universal.
A TV pública está perplexa, com o bom-mocismo inato e o fascínio pela comercial. Não tem coragem de ousar, de confirmar a diferença e pôr as fichas na vanguarda criativa.
Com pouco dinheiro, incompreensão crônica dos poderes, padrões antigos de gestão, produção e criação, peso burocrático da saudade e falta de jovens criadores, não consegue a audiência mínima e se perde de si mesma. Seu prestígio perante a opinião pública foi obtido com a prática obstinada da independência política e editorial e com a programação infantil.
Dirigi a TV Cultura por nove anos, presidi a Abepec (Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais), que conscientizou as televisões públicas, defendi essa independência e, ainda assim, não consegui fazer o que reclamo. Por quê?
Porque tive medo de virar a mesa.
TV pública é televisão para os cidadãos. Melhor dizendo, para o projeto de cidadania embutido no coração democrático das sociedades.
Isso pressupõe produzir informação analítica nos telejornais. O telespectador não merece o arremedo de espetáculo policial em que se transformou o noticiário. O cidadão merece compreender. Um jornal aberto, como fizemos no TV MIX da Gazeta, produzindo e gerindo os acontecimentos com a câmara na mão, a inteligência no olhar e a poesia na alma. A programação cultural não precisa de verniz nem de vernissage. Precisa de luz, de coragem, de 50 Zé Celsos por ano e de, pelo menos, um Rimbaud por década.
Na educação, não precisamos "curricular" mais ninguém, mas transmitir educação superior e complementar para todas as classes, hoje igualmente mal-educadas, sobretudo para a classe C, que, nas pesquisas, tem se mostrado aberta e esforçada para alcançar uma pós-graduação humanística, presencial ou à distância. Praticamos juntos na Cultura, durante cinco anos, o jornalismo público, mas com timidez. Nossos melhores quadros migraram ou foram demitidos, e o jornalismo público virou guia encalhado de boas intenções.
"Jornalista sem cultura será sempre um foca", já dizia meu guru Claudio Abramo, e "Jornalista que não acredita na matéria deveria ficar tomando café na Redação", bradava Samuel Wainer, meu segundo guru. Repórter cultural que pergunta para Lygia Fagundes Telles "O que é que a senhora faz, mesmo?" merece a resposta que ela deu: "Minha filha, faço crochê e, quando tenho um tempinho, escrevo".
Obsessão proclamada
Fiz a divulgação dos produtos não consagrados no mercado comercial da arte, mantive uma orquestra da fundação, mobilizei um grupo cultural para apurar as coisas numa reunião semanal, defendi a autonomia, criei cursos para o público interno, mas João gostava de Maria, que gostava de José, que gostava de Lúcia, que não gostava de ninguém.
A luz apagou, a orquestra fechou, e o enorme peso da instituição quase me transformou num busto.
Hoje, creio que a solução seria a implosão radical das grades de programação, com a introdução de faixas segmentadas de audiência, mas capazes de abrir janelas para os curiosos. Oferecer o mais alto nível para todas as classes, sem a falsa pressuposição de que as classes C e D querem lixo. A segmentação na TV pública é temática, e não de classes sociais. Acredito que a televisão pública ainda é o melhor antídoto contra a televisão nenhuma que se avizinha no horizonte.
Amaldiçoar a TV Brasil, legalizada sob princípios primorosos elaborados pelo campo público da televisão, só porque seu conselho descarrilou de um trilho mal pregado ou porque a programação, como em toda televisão brasileira, vive a crise precoce do envelhecimento beira o farisaísmo.
Da mesma forma, as 20 televisões estaduais existentes lutam para ter a cara e o caráter da televisão pública, apesar das oligarquias que as pretendem televisões estatais.
A TV Cultura, na pesquisa que realizei para escrever o livro dos 40 anos, evidenciou o quanto é uma instituição necessária. Mostrou-se ainda indestrutível, como serviço de utilidade pública mental, na ditadura, na transição democrática e na democracia globalizante. A universidade virtual, seu mais recente projeto de educação à distância, vai marcar a educação digital no Brasil.
Se lamento pelo que ainda não se pode fazer pela televisão pública brasileira – e mesmo na TV pública latino-americana –, eu e centenas de trabalhadores do campo público da televisão educativa, universitária e comunitária nos orgulhamos da obsessão proclamada em torno e em defesa da televisão pública.
Jorge de Cunha Lima é jornalista, escritor e poeta, é presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta e vice-presidente do Itaú Cultural
DE DEUS NÃO SE ZOMBA – Parte II

O atual embate entre as duas maiores emissoras brasileiras, além de expor ao expectador a gigantesca avalanche de ilicitudes, serve como aparato de reflexão sobre um mote bastante explorado pela sociedade moderna: O uso da autoridade divina para o alcance de interesses pessoais.
O uso indevido do poder foi uma conduta comum do cristianismo imperial romano estabelecido por Constantino. Contudo, vemos nas narrativas dos quatro evangelhos a sórdida conduta de Judas que tomava posse indevidamente do dinheiro doado a Jesus com a finalidade de patrocinar Seu ministério itinerante. Ou seja, exercia o privilegiado cargo de ser um dos doze do Mestre para a obtenção de benefícios particulares. O mesmo subterfúgio utilizado para O entregar por míseras trinta moedas de prata. Fato que revelou o estopim de um coração corrupto e agourento.
Não pretendo aqui debater nem tampouco julgar o modo como Edir Macedo e a cúpula da IURD tem exercido seus cargos eclesiásticos. Mas meditar no tocante á utilização leviana da autoridade que é oriunda, muitas vezes supostamente, do próprio Deus por toda a humanidade. Matam em nome de Deus, morrem em nome de Deus, ameaçam em nome de Deus, maldizem em nome de Deus, perseguem em nome de Deus, enriquecem em nome de Deus. E por aí vai…
A Bíblia nos alerta sobre os que “se declaram profetas, mas não são. Falam em meu nome o que eu não ordenei que dissessem, diz O Senhor”. Jesus nos deixou a orientação de que muitos falsos profetas viriam em Seu nome (Evangelho segundo Mateus 24:4-5). Alguns ao lerem estes argumentos podem redargui-los citando o ensinamento do apóstolo Paulo aos romanos “Toda autoridade é instituída por Deus”. (Romanos 13:1-2). Por isso, precisamos encaixar tais afirmativas em seus devidos contextos, pois a Bíblia não se contradiz. Ao contrário, se complementa.
Note que Paulo diz que toda autoridade é instituída por Deus. Ou seja, toda pessoa que recebe a chancela divina para estabelecer Sua “boa, perfeita e agradável vontade” sobre a Terra (Romanos 12:2). Entretanto, nem todos os que exercem funções de liderança estão munidos da autoridade proveniente de Deus. No entanto, em meio a este confuso emaranhado, como poderemos distinguí-los? Pelos seus frutos.
Jesus afirma: “Eu sou a videira, vois sois os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele, esse dá muitos frutos”. (Evangelho segundo João 15:4). De acordo com a declaração de Jesus “toda autoridade (…) me foi dada”, podemos dizer que Ele é a fonte de toda autoridade (Colossenses 1:16). Logo, o selo que autentica a autoridade divina sobre a vida de uma pessoa é a essência e o Senhorio de Cristo. Caso discorde, tal atitude abre o precedente que me leva a crer que você acredita que José Sarney, por exemplo, recebeu autoridade de Deus para presidir o Senado. Que absurdo!
Para tal constatação, basta nos depararmos e avaliarmos seus frutos. Com certeza não foi Deus quem colocou Hitler como líder da Alemanha, Mao-Tse-tung na China, Stalin na Rússia e a imensurável corja política (salvo raríssimas exceções) no Brasil. Tais discrepâncias e barbáries nada mais são do que o tenebroso efeito colateral da conduta humana completamente á deriva do sublime propósito divino. Insanidades que colocam no poder pessoas munidas de uma autoridade pavimentada pela ambição e pelo engano.
Contudo, há também episódios bíblicos que, infelizmente, se repetem em nossos dias atuais. Pessoas levantadas sob a autoridade divina, mas que fazem mau uso de tal dádiva ao ponto de provocar a repugnância divina e o consequente juízo. Veja os casos dos filhos de Arão, os sacerdotes Nadabe e Abiú (Levítico 10:1-7) e do rei Saul em I Samuel 15.
É a Record, por ser uma emissora presidida por um bispo e propriedade de uma organização que se declara evangélica, um instrumento de mídia levantado por Deus? Confesso que não possuo competência para oferecer qualquer resposta pertinente a tal indagação. No entanto, faço uso das premissas bíblicas que nos aconselham a olharmos os frutos que ela, como consequência dos atos e dos ideais de sua liderança, tem produzido…
Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com
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EVANGÉLICOS, AS IGREJAS E A MÍDIA

Fernando Rizzolo
Chovia muito e a estrada de terra escorregadia fazia o carro deslizar como que se estivesse sobre uma fina manta de gelo. De longe avistei Reinaldo, um rapaz pobre, agricultor, alcoólatra, que com a camisa ensopada pela água da chuva, tentava esquivar-se dos pingos segurando com firmeza sua Bíblia. Ao me aproximar parei e lhe ofereci uma carona. Meio sem jeito, agradeceu com um olhar desarmado e me disse que voltava do culto evangélico. Tinha, enfim, tornado-se "crente" e afirmou isso com certo orgulho, patente no seu gesto determinado e temente a Deus.
Ao chegar em sua casa agradeceu-me e convidou-me para um dia conhecer sua igreja, mesmo sabendo que não sou cristão. Aquele simples trajeto em meio a uma chuva fina, me fez refletir sobre as transformações espirituais que toda religião induz nas pessoas, pois de forma nobre afloram da alma as melhores intenções do ser humano. Reinaldo é um dos 26 milhões de evangélicos do Brasil, segundo censo de 2000, número que com certeza, nos dias de hoje, deve ter-se elevado consideravelmente.
Não poderíamos deixar de reconhecer que as igrejas evangélicas, independentemente de seus segmentos, contribuem de forma decisiva para a formação da ética, da moral, dos bons costumes, preenchendo uma lacuna e um espaço fértil onde a desesperança, a miséria e a desventura prosperam face à fragilidade sócio-econômica e à falta de oportunidade que ainda persistem no nosso meio, conduzindo os jovens à criminalidade, ao vício e à desintegração familiar.
As várias denúncias elencadas nos últimos anos em relação aos líderes de igrejas evangélicas nos assustam e certamente, cabe ao Judiciário, como já o fez inúmeras vezes, apurar os fatos baseando-se no princípio de isenção religiosa, como é sua marca no Brasil. Contudo, nos parece pertinente uma reflexão sobre o papel da imprensa em relação a essa questão que envolve, de certa forma, essa grande parcela da sociedade brasileira, pois desta feita, quem está sendo julgado são seus líderes religiosos.
Com efeito - e me abstendo da questão criminal em si ajuizada - cabe ao provimento jurisdicional julgar. Mas o que se observa é que existe nos meios de comunicação uma insinuação velada de que ser evangélico no Brasil é sinônimo de estar sendo enganado, ao mesmo tempo que, pouco se demonstra ou valoriza, os atos dos fiéis, a mudança em suas vidas, a fé despertada, a vida reconstruída. Tudo mais é enaltecido: os maus atos dos líderes e a improbidade religiosa, o que por consequência, desqualifica o espírito evangélico renovador, coisa que não deveria acontecer. Nos EUA os evangélicos são responsáveis pelas maiores doações a Israel e no Brasil, observa-se que a simpatia dos evangélicos pelo povo judeu faz com que as diferenças religiosas sejam superadas através do entendimento pela paz e da busca quanto à harmonia das idéias.
Não seria justo que o lado bom de qualquer religião fosse ofuscado pela postura dos líderes, mas assim como é necessário denunciar as improbidades, também é dever da imprensa reconhecer e dar espaço às boas coisas, prestigiando aqueles que como Reinaldo, através da religião, tiveram o firme propósito de renascer com a sua fé, de superarem-se através do amor que nutrem por Deus e com orgulho, dirigem um olhar sereno segurando uma Bíblia, quando dizem: “ - Eu mudei, sou evangélico, estou renascendo. Deus te abençoe.”
Fernando Rizzolo é Advogado, Pós Graduado em Direito Processual, Professor do Curso de Pós- Graduação em Direito da Universidade Paulista (UNIP), Coordenador da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil da Secção São Paulo e membro efetivo da Comissão de Direito Humanos da OAB/SP. É também articulista colaborador da Agência Estado e editor do Blog - www.blogdorizzolo.com.br
LITERATURA IDEAL
Escritora brasileira lança livro com temática homossexual para crianças e fala da importância de se difundir o comportamento entre o público infanto-juvenil
Nossa abordagem a este fato não deseja dar crédito ou qualquer importância a esta perniciosa iniciativa da escritora. Mas sim nos atentarmos á barbárie moral e intelectual que está sendo cometida contra a geração de hoje e de um futuro não muito distante.
Era uma vez um casal diferente: A temática homossexual na educação literária infanto-juvenil. Este é o título do livro escrito pela funcionária pública e pesquisadora Lúcia Facco, de 45 anos. Título que explicita, sem o mínimo pudor, a proposta da autora.
Em entrevista ao portal da revista ‘A Capa’ voltado para o contingente homossexual, Facco salienta a necessidade de, segundo ela, difundir a temática para o público infanto-juvenil; “Eu sou homossexual e tenho um filho em idade escolar”, explica.
Contrariando conceitos do lendário educador Paulo Freire, defende o princípio de que a educação não deve privar as crianças de exercerem o direito de escolha, como também, da plena realização de suas necessidades homossexuais (caso tenham). Ou seja, de acordo com Facco, os comportamentos hetero e homossexual devem sem apresentados em condição de igualdade.
Aproveitando o ensejo criado pela notícia de que o Governo Federal pretende incluir a temática homossexual nos livros didáticos até o ano de 2011, Facco resolveu investir tanto na produção de literatura do gênero, como também na elaboração de métodos complementares para educadores e pais lidarem com o assunto com alunos e filhos.

Capa do livro escrito por Lúcia Facco.
Não é a primeira vez, infelizmente, que me deparo com matérias deste cunho. Já publicamos vários artigos sobre homossexuais que, não se contentando com a prática, querem disseminar, sob a falácia de um falso preconceito, esta devassa moral ao público infanto-juvenil. Tal medida nada mais é do que a imputação de uma ditadura camuflada pelo “louvável” intento de combate ao “preconceito”.
Com uma sagacidade peculiar, querem colocar a militância contrária á conduta homossexual em pé de igualdade com o truculento preconceito vivido, por exemplo, pelos judeus e negros. Tomam o papel de vítimas oprimidas por um totalitarismo imaginário quando, na verdade, eles é que são os ditadores da imoralidade.
A ‘mordaça gay’, que mudou por completo o significado da palavra homofobia a fim de ser aplicada neste vasto emaranhado contra os opositores ao homossexualismo (e não aos homossexuais), é a prova cabal deste fascismo comportamental.
O intento de Facco, uma mera porta-voz do movimento homossexual no Brasil, não é apenas a disseminação do comportamento ás crianças. Mas a manutenção de seus princípios por educadores e pais. Cuja medida será consequência de que tal difusão não poderá sofrer oposição, nem tampouco qualquer interrupção por parte dos pais e educadores por correrem o risco de se tornarem criminosos homofóbicos.
O absurdo não para por ai. Facco ainda declara seu intento, que define a proposta de toda classe homossexual, em utilizar os meandros públicos e políticos para obter êxito em tal empreitada. Algo que já é uma realidade. Com a palavra, o atual Governo Federal e seus programas de incentivo a tal conduta como o ‘Brasil sem homofobia’ e as recentes publicações do ministério da educação voltada a alunos de 8 a 12 anos.
O apóstolo Paulo declara em sua carta aos efésios que nossa luta não é contra pessoas, mas contra ideais manipulados e manipuladores. Nossa abordagem a este fato não deseja dar crédito ou qualquer importância a esta perniciosa iniciativa da escritora. Mas sim nos atentarmos á barbárie moral e intelectual que está sendo cometida contra a geração de hoje e de um futuro não muito distante. O que tem pavimentado a cada vez mais restrita conduta dos que militam pela moralidade. Presságios de um regime totalitário que perseguirá, a ferro e fogo, os que se opõe a ele no intento de salvarem seus fílhos e suas familias.
Na contramão de qualquer preconceito que afirmam sofrer, o maior ato de aceitação que pode ser manifesto aos homossexuais é a militância pacífica pelo nobre objetivo de libertá-los deste cárcere (apesar da “liberdade” que aparentam desfrutar). No âmago de uma pessoa como Facco, que é mãe e se declara homossexual, há o desejo de que seu filho cresça em um ambiente familiar saudável. Ou seja, com certeza, em seu subconsciente, ela deseja um pai que dê a ele todo o amor e forneça os princípios necessários para a formação de um caráter irrepreensível que só um homem pode oferecer. No entanto, tal desejo está solapado por uma experiência traumática que a conduziu a seu atual estado homossexual. Uma medida drástica, ainda que inconciente, para apagar a dor instalada em sua alma. E, portanto, quer disseminá-la através de uma atitude insana que, apesar de parecer pedagógica, desrespeita, e muito, a inocência e o precioso período da formação do caráter de uma criança. Com o aparente intento educacional, querem manipulá-las a serem vítimas de uma contundente falência moral ao qual também fazem parte.
No entanto, há uma profecia que diz “Aquele que está em Cristo (e não sob a égide da devoção á uma religião, classe social ou movimento político) nova criatura é. As coisas velhas passaram, eis que tudo se fez novo”. (II Coríntios 5:17). Esta sim é a ‘literatura’ que produz “espírito e vida” (Evangelho segundo João 6:63) a qual precisa ser difundida com extrema urgência, a fim de que o conselho do sábio Salomão seja atendido: “Ensina a criança o caminho em que deve andar. Para que quando for adulto, não se desvie dele”. (Provérbios 22:6).
Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com
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Leia também: A ATUAL LITERATURA INFANTO-JUVENIL; IMPEDIDOS DE ESCOLHEREM ENTRE A BENÇÃO E A MALDIÇÃO
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