Abuso “hipocrático”

 

 

O médico e ex-deputado estadual do Pará, Luiz Afonso Sefer, é condenado a 21 anos de prisão por abusar sexualmente de menina de nove anos.

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Condenado no dia 08 de junho a 21 anos de prisão e a pagar uma indenização por dano moral no valor de R$ 120 mil. Este é o veredicto dado ao médico e ex-deputado estadual do Pará, Luiz Afonso Proença Sefer. O motivo? Abusar sexualmente de uma garota de nove anos.  

 

De acordo com informações do portal R7 da Rede Record, a menina partiu de Mocajuba, interior do Pará, para ser entregue ao médico que buscava “a companhia de uma criança” no ano de 2005. Dois dias depois de obrigá-la a ingerir bebida alcoólica e agredi-la fisicamente, começaram os abusos sexuais que, segundo informações do Tribunal de Justiça do Pará, seguiram pelos quatro anos seguintes.

 

Sefer, que está foragido, negou as acusações. Alegou que a menina foi trazida à sua casa com o intuito de estudar e que a denúncia não passa de “uma atitude inconsequente da vítima e uma estratégia desta para não retornar ao município de Mocajuba”. O advogado do ex-deputado, Osvaldo Serrão, afirma que a decisão cabe recurso e que encaminhará um pedido de habeas corpus à juíza Maria das Graças Alfaia Fonseca, que decretou a pena.

 

Um mosaico de atrocidades. Criado por um médico que, segundo o juramento de Hipócrates, tem o dever de zelar pela vida do ser humano que está sob seus cuidados. Hipocrisia manifesta no fato de ser um parlamentar. Ou seja, aquele que, pelo menos deveria, zelar pelo cumprimento da justiça e do bem estar do cidadão.

Barbárie iniciada desde o momento em que a criança é entregue, como mera encomenda, ao destinatário. Somada à agressão física, vemos a ingerência de bebida alcoólica em tenra idade e, consequentemente, a consumação da pedofilia.  

 

Como vemos, Sefer não fere apenas artigos do Código Penal e do Estatuto da Criança e do Adolescente. Fere, com bastante contundência, a infância, a personalidade e as emoções de uma criança. Conduta execrável que demonstra a sordidez instalada no âmago do ser humano.

 

O salmista afirma: “Um abismo chama outro abismo”. (Salmos 42:7). Verdade explícita neste fato. O apóstolo Tiago vai um pouco além e descreve como que pequenas concessões ilícitas culminam em sérias atrocidades: “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte”. (Tiago 1:14-16 – Nova Versão Internacional).

 

Por mais que nos mobilizemos contra todo tipo de abuso ao ser humano, não lograremos êxito enquanto não atingirmos o ponto nevrálgico de nosso oponente: a corruptibilidade humana. E essa só é vencida quando tomarmos como suprema conduta a seguinte observação: “Fazei morrer a vossa natureza terrena...”. (Colossensses 3:5). Longe de possuir uma conotação física, a morte elucidada pelo apóstolo Paulo se refere a uma profunda reforma moral que culminará na comportamental. Morte de toda imoralidade atualmente disseminada por meio de uma filosofia hedonista e humanista e ressurreição aos princípios divinos rechaçados por uma sociedade pós-modernista. Nossas crianças certamente agradecerão num futuro mais próximo do que imaginamos.

 

Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/profeciaonline

 

Profecia

Essencial para o seu dia

Tudo posso no prazer que me fortalece

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

O fim trágico de um namoro juvenil. Um jovem de 17 anos confessou ter assassinado a ex-namorada de 14. Ambos ainda não tiveram os nomes divulgados. O crime ocorreu no município de Osório, interior do Rio Grande do Sul.

De acordo com o delegado Celso Santino Ferri, ambos estavam, momentos antes do crime, em um terreiro de umbanda. Chateado com os comentários feitos pela moça a seu respeito, saiu do local e ficou aguardando a garota do lado de fora. Assim que ela saiu, a abordou disparando cinco tiros. Em seu depoimento à Polícia, disse que estava embriagado e ficou irritado quando a garota o ridicularizou em público, algo que acontecia, segundo ele, com certa frequência. O jovem foi preso ontem, 08/06, e em seguida encaminhado para uma fundação para menores.

Longe de querer bancar o detetive – apesar de ser expectador assíduo da série Law & Order - esta atrocidade demonstra a intemperança moral e emocional do ser humano e o despreparo afetivo de adolescentes para entrarem em um relacionamento mais sério.

Sou ciente da banalização que o relacionamento afetivo, como também o próprio casamento, tem sofrido em nossa sociedade. Assim como o matrimônio deixou de ser uma aliança divina e inquebrável para se tornar uma aventura ou mero experimento moral, o relacionamento chamado de ‘namoro’, longe de ser o primeiro passo para um sólido casamento e sua consequente estruturação familiar, tem tomado o mesmo rumo. 

Além disso, um outro agravante deve ser levado em consideração: a tenra idade. As emoções de uma garota de 14 anos ainda não estão devidamente preparadas para tal empreitada. No entanto, a necessidade social – de ter um namorado e ser aceita em seu círculo de amizade – e sexual – de não sofrer o “opróbrio” de ser chamada de virgem – disseminada pela mídia tem conduzido um número considerável de adolescentes ao ônus afetivo.

Em 2008, vimos o triste desfecho do fim do relacionamento entre a garota Eloá, de 15 anos, e o jovem Lindemberg, de 22 em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Não sabemos ao certo se o tiro fatal partiu da desastrada abordagem do Grupo de Operações Especiais da Polícia Militar – a GOE - ou da vileza desesperada do sequestrador. O que importa, de fato, é o destino de mais uma vítima desta sórdida miscelânea que tem como objetivo propiciar, a qualquer custo, os prazeres infanto-juvenis.

Como efeito colateral da exacerbação e relativização do sexo, temos a AIDS entre outras doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, além do exorbitante número de gravidez precoce e abortos. É a verdadeira política do matar ou morrer. A adolescente que envereda por tais caminhos ou morre, como as duas adolescentes aqui citadas, ou mata, quando se submete ao aborto a fim de extirpar o produto indesejado de um relacionamento precoce e ilícito.

O propósito dos criadores e fomentadores do movimento contra-cultura, que se deu no fim dos anos 60 de sexo e uso de drogas livres, é o de denegrir, moral e intelectualmente, as futuras gerações com o fim de estabelecer, sem qualquer oposição, um padrão político e comportamental. E a filosofia do “posso tudo no prazer que me fortalece” faz parte deste mosaico revolucionário. Que, além de ter logrado êxito em seu objetivo, tem ido além ceifando a juventude de muitos. Em alguns casos, literalmente.

Moralismo? De forma alguma. É sim militância em defesa da vida humana. O apóstolo Paulo aconselha os jovens: “Fuja das paixões da mocidade e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam ao Senhor”. (II Timóteo 2:22). É o ônus do prazer a carpe diem ou os benefícios da moralidade e da diligência em relação à observação das Sagradas Escrituras. Você decide.

Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/profeciaonline

Profecia
Essencial para o seu dia

Ponto a favor

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

Ponto a favor, preciso reconhecer. De quem? Da Rede Globo. Neste caso, a Globo News. O programa Milênio, exibido às segundas-feiras, entrevistou o filho de um dos fundadores do Hamas. Uma explanação que coloca em xeque muitos teoremas, conceitos e adágios disseminados pela mídia. Simplesmente imperdível. Veja a reportagem na íntegra clicando aqui.

 

Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/profeciaonline

 

Profecia

Essencial para o seu dia

Flotilha da paz disfarçada ganha defesa enérgica da Turquia

Julio Severo

Interior da Mavi Marmara, embracação turca invadida pela marinha israelense: flotilha da paz?

 

O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido, inclusive foguetes.

 

Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de foguetes e outras armas?

A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.

 

Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.

 

Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.

 

No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.

 

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.

A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.

 

A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão. Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.

Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?

 

 

Versão em inglês deste artigo: Flotilla of the disguised peace receives forceful defense of Turkey 

 

Fonte: www.juliosevero.com

Os diferentes tipos de terrorismo

 

Como a mídia noticia o confronto entre israelenses e palestinos

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

“Militares israelenses matam cinco palestinos”. Esta foi a manchete do telejornal Bom dia São Paulo, apresentado pelos jornalistas Renato Machado e Renata Vasconcellos e exibido pela Rede Globo de Televisão. Dos grandes veículos da imprensa brasileira, a Globo, em parceria com o jornal Folha de S. Paulo, é a que expõe com maior evidência seu antissemitismo.

 

Foi clara a intenção da equipe ‘global’ em pintar o quadro onde os palestinos são vítimas e israelenses seus terríveis algozes. Contudo, a exemplo da abordagem à “Flotilha da liberdade”, sabemos que não é bem assim.

 

No caso da morte dos cinco palestinos – um ainda está desaparecido – o próprio Fatah afirma que eram seus integrantes, e que faziam um “treinamento” em alto mar. Treinamento após o levante de protestos contra Israel que ribombaram por todo o mundo e motins armados organizados pelo Hamas? Estranho.

 

É engraçado como a mídia internacional se posiciona no conflito entre palestinos e israelenses. O Hamas, milícia armada palestina, ataca Israel com mísseis e, consequentemente, recebe retaliações do melhor exército de defesa – importante que se frise - do planeta. E, mesmo agindo de maneira defensiva, Israel é considerado o facínora da história.

 

Agora não é diferente! Membros do Fatah, braço armado do governo palestino, realizava treinamentos visando um ataque à Israel. Isto é mais do que óbvio. No entanto, a diplomacia que o mundo espera de Israel é que o país receba todo e qualquer ataque, principalmente vindo de palestinos, como um direito que eles possuem. A parte de Israel é ser atacado e arcar com o ônus do terror.

Contexto semelhante ao do Brasil. Embora não seja no campo bélico, terroristas engendrados na política visam estabelecer regimes totalitários em âmbitos morais e sociais e, os que resistem, são considerados algozes contra o exercício da “democracia”.

 

Quando o salmista conclama “Orai pela paz de Jerusalém”. (Salmos 122:6), talvez não tinha noção do desafio que estava propondo. Pois, além de combater nações árabes e muçulmanas que desejam a extinção do Estado judeu, militam contra a ardilosa parcialidade da mídia, em sua esmagadora maioria. Ou seja, Israel precisa aprender a lidar com os diferentes tipos de terrorismos dos quais é o alvo número um. Oremos e vigiemos!

 

Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/profeciaonline

 

Profecia

Essencial para o seu dia

Marcha da mordaça

 

 

Parada gay em São Paulo faz apelo contra a homofobia e relembra os 198 homossexuais mortos no ano passado

 

Matheus Viana – profeciaonline@gmail.com

 

‘Vote contra a homofobia’. Este foi o mote que levou, segundo estimativas da organização do evento, cerca de 3 milhões à participarem da 14ª Parada Gay, ocorrida neste domingo, 06/06, em São Paulo. Os participantes aproveitaram o ensejo para se mobilizarem em lembrança às 198 pessoas mortas, segundo eles, devido à crescente “homofobia” contra a classe.

 

Logicamente, como todo cidadão de bem, anseio pelo dia em que viveremos em uma sociedade em que nenhum homicídio ou qualquer outro caso de violência ou preconceito ocorra. No entanto, saindo da órbita da utopia e aterrizando no solo árido da realidade nua e crua que nos assola, precisamos encarar os fatos. Vemos aqui a artimanha de se usar algo deplorável, é verdade, para justificar, sob a égide da “democracia”, uma ditadura comportamental.

 

Sabemos muito bem que o maior “produtor” de vítimas fatais é o narcotráfico. No entanto, o que o governo tem feito para aplacar a violência que tem denegrido a imagem da nossa nação e, o mais grave, ceifado a vida de milhares? Além de usarem da influência política que possuem para legalizar a maconha e fomentar o consumo desordenado de entorpecentes – fomentando, é claro, o comércio - nada. Pois, a grande maioria dos parlamentares está ocupada em articular projetos que atendam a filosofia disseminada pelo socialismo. Tirar o direito de defender a moralidade da maioria “burguesa” e concedê-los, sem nenhum empecilho, à minoria ‘proletária’. No caso, os homossexuais.

 

É engraçada, para não dizer patética, a ardilosa medida de usar como argumento as ocorrências de 198 homicídios em detrimento dos milhares de casos que ribombam anualmente por todo o país. A porcentagem deste, se comparada com a exorbitante média nacional, é ínfima. Um número muito maior de homossexuais morrem todos os anos em decorrência da AIDS oriunda, é claro, de prática da homossexualidade. Porque esses números são ocultados?

 

Contudo, a rara lucidez encontrada no núcleo político de nossa nação permeou a mente de nossos parlamentares. O Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), concedeu, no ano passado, pedido de vista coletiva do PL 122/06, que criminaliza uma simples discordância ao comportamento homossexual, a fim de fomentar o debate sobre a questão.

 

Fomentar o debate. Este é o principal inimigo dos que querem aprovar este PL. A esmagadora maioria que se opõe à sua aprovação não é contrária aos indivíduos homossexuais e simpatizantes. Mas sim, usando do direito que possui, de ser contra sua disseminação. Ou seja, quer proteger suas famílias contra a doutrinação iminente. Todo ser humano vive sobre o livre arbítrio. Cada um é livre para fazer o que deseja, desde que não cerceie o direito e a liberdade de outros.

 

O apóstolo Paulo, em sua carta aos romanos, diz que o próprio Deus entregou os que praticam tal comportamento às paixões infames (Romanos 1:24). Contudo, não satisfeitos com tal devassa, querem difundir este conceito. Extinguindo desta forma a liberdade religiosa, cultural e comportamental. Isso, porque estamos sob o domínio de um governo que se diz “democrático”.

 

Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/profeciaonline

 

Profecia

Essencial para o seu dia

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: